Idosos também precisam de imunização

Os idosos também precisam de cuidados como a vacinação, que está diretamente relacionada com a melhor qualidade e expectativa de vida. Pessoas imunocompetentes têm mais condições de enfrentar adversidades associadas à ação de vírus e bactérias, portanto, é um grande equívoco negligenciar a prevenção de danos à saúde por meio de imunobiológicos, independentemente da faixa etária.

As alterações imunológicas associadas ao envelhecimento ou imunossenescência fazem aumentar o risco de infecções que, em idosos, podem ser associadas com declínio funcional inespecífico e comorbidades, com manifestações clínicas diversificadas, promovendo nesse grupo populacional maiores taxas de hospitalizações e morbimortalidade. Esses são alguns dos aspectos que justificam a imunização como parte fundamental dos programas de prevenção e promoção da saúde do idoso.

Além disso, muitos indivíduos com mais de 60 anos encontram-se ainda em franca atividade profissional, com responsabilidades e contribuindo na renda familiar. Portanto, seu adoecimento pode acarretar, além de absenteísmo e prejuízo financeiro, a transmissão de doenças infecciosas à sua família, situação que pode prejudicá-lo ainda mais no trabalho, devido à necessidade, muitas vezes, de acompanhar o familiar doente. Outros aspectos importantes são: a proximidade entre avós e netos, sendo as crianças importantes agentes transmissores de doenças infecciosas; e as mudanças nos padrões da sexualidade, com o consequente aumento da incidência de doenças sexualmente transmissíveis entre os maiores de 60 anos.

Segundo o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização envelhecer não significa necessariamente adoecer. “Um indivíduo pode envelhecer de forma natural, convivendo bem com o passar dos anos e mantendo-se ativo em todas as fases da vida. Todos devem estar atentos ao Calendário Nacional de Vacinação, não só para as crianças, mas para a população idosa também, que corresponde ao conjunto de vacinas consideradas de interesse prioritário à saúde pública do país”, explica.

De acordo com a Organização Mundial de Saúde, até 2020 o número de pessoas com mais de 60 anos vai superar o de crianças menores de 5 anos pela primeira vez na história. No Brasil, segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (PNAD 2013), realizada pelo IBGE, a população idosa alcançou 26,1 milhões, o que equivale a 13% da população total do país.

Uma das principais vacinas para essa faixa etária é a pneumo 13 que imuniza contra a pneumonia, uma das doenças que mais atingem os idosos. Também há outras como hepatite A e B, febre amarela, Herpes Zooster e etc.

A importância da vacinação para as crianças para irradicação de doenças

Algumas doenças que eram consideradas erradicadas, dentre elas o sarampo, a febre amarela e a rubéola reapareceram. Todas essas doenças são causadas por vírus e podem ser contraídas facilmente caso o organismo não esteja protegido corretamente. Por isso existe a necessidade de ressaltar a importância das vacinas e de realizar a prevenção por completo.

Por isso, a imunização através das vacinas é tão importante. A vacina é uma forma preventiva de evitar doenças infecciosas, ou seja, precisa ser administrada antes do aparecimento do problema. Ela é composta por vírus inativos, fragmentos de vírus e também de bactérias que, ao entrarem em contato com a corrente sanguínea, estimulam uma reação protetora do sistema imunológico. Com isso, o organismo produz anticorpos que protegem o corpo das doenças provocadas por esses agentes externos.

“As vacinas são importantes para qualquer idade. Para os recém-nascidos, existe o calendário de vacinação infantil que é capaz de orientar quando e quais doses tomar, mas os adultos e idosos também têm vacinas recomendas”, explica o Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico pediatra e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização.

Segundo dados do Ministério da Saúde, 3 em cada 100 crianças podem morrer de sarampo, 2 de coqueluche e 1 de tétano caso não haja a imunização. A poliomelite (paralisia infantil) e a meningite também são problemas que podem afetar grande parte dos pequenos e causar danos irreversíveis à saúde das crianças.

A imunização protege cada criança individualmente, mas também toda a sociedade, pois impede que esses vírus voltem a circular. Manter a carteira de vacinas em dia é primordial!

Imunitá completa um ano de atuação

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Promover a saúde, bem-estar e qualidade vida de seus clientes atuando com excelência na prevenção é o objetivo da Imunitá que acaba de completar um ano de atuação.

A clínica oferece todos os tipos de vacinas disponíveis no mercado para todas as faixas etárias. “A Imunitá tem um ambiente amplo e específico com vacinas para todos, pois cada faixa etária possui uma imunização adequada. Hoje, há diversas vacinas importantes que ainda são desconhecidas”, explica o Dr. Alberto Jorge Félix Costa, pediatra, proprietário e diretor técnico responsável da clínica, que também se sente satisfeito com este primeiro ano de atuação. “Estamos realizados com a Imunitá e acreditamos que a clínica ainda trará muito bem-estar e prevenção à população do nosso Estado”, declara.

A vacinação é uma das medidas mais importantes de prevenção contra doenças. É muito melhor e mais fácil prevenir uma enfermidade do que tratá-la. As vacinas são conquistas da humanidade e ajudam a controlar ou erradicar doenças.

As vacinas protegem não somente quem foi vacinado, mas toda a população, pois evita a disseminação do agente ofensor e fazem parte da nossa vida desde nosso nascimento e são essenciais para a eficácia na prevenção contra várias infecções além de ser um instrumento importante para a saúde pública na missão de proteger um grande contingente de pessoas.

A Imunitá é uma referência no seu setor e oferece altos padrões de qualidade técnica e excelência no atendimento humanizado de seus pacientes. Além de oferecer um serviço diferenciado no segmento de vacinação, a clínica é acreditada pela Sociedade Brasileira de Imunização (SBIm).

Atualize a carteira de vacina na volta às aulas

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Na escola as crianças ficam expostas a diversas doenças que podem ser evitadas com vacina. O convívio entre várias crianças aumenta o risco de contágio e por isso a imunização é tão importante.

 

Doenças como catapora, gripe, tuberculose e meningite são apenas algumas que podem ser combatidas com vacinas. A imunização das crianças já erradicou diversas doenças no Brasil que há anos não são registrados casos.

 

A atualização da carteira de vacina não protege somente a criança, mas sim toda a sociedade, pois uma pessoa não vacinada pode contagiar uma vacinada. Ou uma pessoa que não se pode mesmo vacinar, por ser imunocomprometida. A segurança coletiva depende de elevadas taxas de vacinação.

 

“Durante as aulas, as crianças apresentam mais doenças e a imunização é forma de protegê-las”, explica Dr. Alberto Jorge Félix Costa CRM-MS 1266, médico pediatra e diretor técnico responsável da Imunitá Centro de Imunização.

 

Quanto mais pessoas de uma comunidade ficarem protegidas, menor é a chance de qualquer uma delas – vacinada ou não – seja contaminada. Outras vacinas também são importantes como gripe e dengue.

 

O que são as meninges e por que elas inflamam?

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O que é a meningite?
Meningite é qualquer processo inflamatório que afete as meninges. Meninges são as membranas que revestem todo o sistema nervoso e a medula – veja a ilustração. Essa inflamação pode ocorrer por causas infecciosas, por vírus, pela exposição a agentes químicos, medicamentos ou mesmo por um tumor que invada as meninges.

 

E o que são as meninge e quais as suas funções?
Vamos explicar falando um pouco mais de anatomia. O cérebro e a medula espinhal são protegidos por três camadas de membranas chamadas de meninges. São elas:

• Dura-máter: a dura-máter é a primeira meninge. É a camada que adere aos ossos do crânio. Na medula, ela se encontra próxima das vértebras. Por ser a primeira camada de proteção, o tecido da dura-máter é bem denso, tal como o nome já diz: DURA-máter. Nela também encontra-se muitos nervos e vasos sanguíneos. Por isso, normalmente, quando sentimos dores de cabeça, é esta a meninge “culpada”.
Já na medula existe um pequeno espaço que separa o osso do canal vertebral da dura-máter. Este espaço é chamado de espaço peridural que falaremos mais adiante.

• Aracnoide: é a camada do meio. Fica entre a dura-máter (primeira camada) e a pia-matér (última camada). A aracnoide é uma membrana muito fina e com poucos vasos sanguíneos – veja a ilustração. Na medula, existe um pouco de líquido que separa a dura-máter da aracnoide. Este líquido é chamado de líquido cefalorraquidiano, conhecido também como líquor. Ele tem a função de lubrificar o espaço entre a camada aracnoide e a terceira camada (a pia-máter) protegendo o sistema nervoso contra os traumatismos.

• Pia-máter: é a camada interna. É bastante vascularizada, fina e delicada. Encontra-se “colada” ao tecido nervoso penetrando e acompanhando as ondulações do cérebro e da medula. Esta meninge tem a função de sustentar e proteger o sistema nervoso central, mas não tem contato com as células ou fibras nervosas.

Entre as meninges existem pequenos espaços que já deve ser mais familiar pra você, por já ter ouvido falar nas anestesias raquidiana e epidural.
• Entre as estruturas ósseas da coluna e a dura-máter se encontra o espaço epidural: é nesse espaço que se coloca o anestésico na anestesia epidural, que por difusão, chega até o líquido cefalorraquidiano que se encontra no espaço subaracnoide, entre a segunda camada (aracnoide) e a camada interna (pia-máter) . No cabeça não existe este espaço pois a dura-máter está aderida aos ossos do crânio.
• Entre a Aracnóide (segunda camada) e a Pia-máter (camada interna), encontra-se o espaço subaracnoide – veja a ilustração. É aqui que se encontra o líquido cefalorraquidiano (líquor). Na anestesia raqui, por exemplo, o anestésico é colocado diretamente neste espaço. A punção liquor é feita neste mesmo espaço.

O líquido cefalorraquidiano é um liquido claro, formado por água com proteína, glicose, glóbulos bancos e hormônios. Ele é renovado, em média, a cada 10 horas. Uma de suas funções é fornecer nutrientes e remover os resíduos metabólicos do tecido nervoso. Também funciona como um amortecedor para o cérebro e medula.

Como as meninges se inflamam na meningite?
Existem dois tipos básicos de meningites:

Meningite não infecciosa
O agente causador não é um agente infeccioso. Alguns exemplos:
• Agentes químicos: reações de substâncias introduzidas no organismo através das meninges.
• Intoxicação medicamentosa: alguns fármacos, anti-inflamatórios e vacinas que podem desencadear a meningite medicamentosa. Ex: Bactrim (co-trimoxazole), Tegretol (carbamazepina),  ibuprofeno e naproxeno, levamisole, antibióticos (penicilina, amoxicilina, cefalexina, alopurinol, metronidazol) vacina contra sarampo e caxumba. Na meningite asséptica (medicamentosa) a simples  interrupção da medicação já regride os sintomas.
• Doenças inflamatórias: doenças cerebrovasculares,vasculites, lúpus, esclerose múltipla;
• Câncer:  tumores que invadem a meninge e se espalham no sistema nervoso central.

Meningite infeciiosa
Nesse tipo, existe um agente infeccioso responsável pelo quadro. Pode ser vírus, fungos, bactérias, protozoários ou até mesmo helmintos. As meningites infecciosas são graves e colocam a vida em risco. É fundamental o diagnóstico precoce para início imediato do tratamento. Clique no link azul e saiba mais.

Fonte: www.medicinamitoseverdades.com.br

Zika vírus: saiba mais sobre transmissão, sintomas e tratamento

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O zika vírus foi identificado no Brasil pela primeira vez no final de abril por pesquisadores da Universidade Federal da Bahia (UFBA). Pertencente à mesma família dos vírus da dengue da febre amarela, o zika é endêmico de alguns países da África e do sudeste da Ásia. Veja perguntas e respostas sobre a doença:

Como ocorre a transmissão?
Assim como os vírus da dengue e do chikungunya, o zika também é transmitido pelo mosquito Aedes aegypti. A prevenção, portanto, segue as mesmas regras aplicadas a essas doenças. Evitar a água parada, que os mosquitos usam para se reproduzir, é a principal medida.

Quais são os sintomas?
Os principais sintomas da doença provocada pelo zika vírus são febre intermitente, erupções na pele, coceira e dor muscular. Segundo a infectologista Rosana Richtmann, a boa notícia é que o zika vírus é muito menos agressivo que o vírus da dengue: não há registro de mortes relacionadas à doença. A evolução é benigna e os sintomas geralmente desaparecem espontaneamente em um período de 3 até 7 dias.

Como é o tratamento?
Não há vacina nem tratamento específico para a doença. Segundo informações do Ministério da Saúde, os casos devem ser tratados com o uso de paracetamol ou dipirona para controle da febre e da dor. Assim como na dengue, o uso de ácido acetilsalicílico (aspirina) deve ser evitado por causa do risco aumentado de hemorragias.

Qual é a diferença entre dengue, chikungunya e zika?
Os vírus da dengue, chikungunya e zika são transmitidos pelo mesmo vetor, o Aedes aegypti, e levam a sintomas parecidos, como febre e dores musculares. Mas as doenças têm gravidades diferentes, sendo a dengue a mais perigosa.

A dengue, que pode ser provocada por quatro sorotipos diferentes do vírus, é caracterizada por febre repentina, dores musculares, falta de ar e moleza. A forma mais grave da doença é caracterizada por hemorragias e pode levar à morte.

O chikungunya caracteriza-se principalmente pelas intensas dores nas articulações. Os sintomas duram entre 10 e 15 dias, mas as dores articulares podem permanecer por meses e até anos. Complicações sérias e morte são muito raras.

Já a febre por zika vírus leva a sintomas que se limitam a no máximo 7 dias e não deixa sequelas. Não há registro de casos de morte provocados pela doença.

O Aedes aegypti pode transmitir mais de uma doença ao mesmo tempo?
Segundo estudos conduzidos pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), é possível que um mosquito transmita dengue e chikungunya ao mesmo tempo a um paciente. Ainda não há estudos, porém, que avaliem a possibilidade de o zika vírus ser transmitido simultaneamente aos outros dois vírus.

Quando foi descoberto?
O vírus foi identificado pela primeira vez em 1947 em um macaco rhesus na floresta Zika, de Uganda. A partir da década de 1950, foram registradas evidências do zika vírus em humanos em países da África e Ásia. Atualmente, há também registro de circulação esporádica do vírus na Oceania e casos importados foram descritos em países como Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e Austrália.

Fonte: combateadengue.com.br

Sintomas causados pela Dengue

sintomasOs primeiros sintomas da dengue incluem febre alta e mal estar geral, que surgem cerca de 3 dias após a picada do mosquito Aedes Aegypti. Conhecer a evolução da doenças é importante para não confundir esta com outras doenças como gripe, resfriado, malária ou meningite, por exemplo, iniciando o tratamento adequado rapidamente.

Por isso, em caso de suspeita de deve-se beber bastante líquidos e ir ao médico para confirmar a doença. Nesse caso, o único medicamento que pode ser tomado é o Paracetamol para aliviar as dores e a febre.

 

Sintomas da dengue clássica

Os sintomas são semelhantes aos da Zika, mas normalmente são mais graves e duram cerca de 7 a 15 dias, enquanto a Zika costuma desaparecer em até 1 semana. No entanto, em qualquer um dos casos, é importante ir ao médico para que faça o diagnóstico adequado da doença e dê orientações do tratamento a ser seguido.

Veja abaixo os sintomas da dengue clássica e o que fazer para aliviar cada um:

1. Febre Alta

A febra alta tem início súbito e a temperatura corporal fica em torno de 39 a 40ºC. A febre significa que o corpo está começando a combater o vírus através da produção de anticorpos, e por isso é importante iniciar o repouso para que as energias do corpo sejam concentradas em acabar com o vírus.

Como aliviar: Deve-se utilizar remédios que controlam a febre como o paracetamol, de preferência indicados pelo médico, colocar panos úmidos na testa, na nuca e nas axilas ou tomar banhos levemente frios para ajudar a diminuir a temperatura corporal.

2. Náuseas e vômitos

As náuseas e vômitos acontecem devido ao mal estar geral causado pela doença, que também provoca falta de apetite e enjoos a cheiros fortes.

Como aliviar: Deve-se consumir apenas pequenas quantidades de alimentos de cada vez, evitando consumir alimentos muito quentes ou muito gelados, pois eles pioram o mal estar. Além disso, deve-se preferir alimentos fáceis de mastigar e digerir, evitando o excesso o sal, pimenta e temperos em geral.

3. Dor de cabeça e no fundo dos olhos

A dor de cabeça costuma afetar principalmente a região dos olhos e tende a piorar com o movimento e esforço da vista.

Como aliviar: Tomar remédios contra a dor, como paracetamol, colocar compressas de água morna na testa ou tomar chás de gengibre, erva doce, alfazema ou camomila.

4. Manchas vermelhas na pele

As manchas vermelhas são parecidas com as manchas do sarampo, mas surgem principalmente na região do tórax e nos braços. A doença pode ser confirmada através da prova do laço,

No posto médico, a realização da prova do laço pode diferenciar os sintomas da dengue e da Zika, pois na dengue ocorre formação de mais manchas vermelhas na área avaliada pelo médico.

5. Mal-estar e cansaço extremo

Devido à luta para combater o vírus, o corpo gasta mais energia e provoca a sensação de cansaço extremo. Além disso, como normalmente o paciente passa a se alimentar mal durante a doença, o corpo fica ainda mais fraco e cansado.

Como aliviar: Deve-se descansar o máximo possível, beber bastante água para facilitar a eliminação do vírus e evitar ir para o trabalho, para a aula ou fazer atividades que exigem esforços em casa.

6. Dor abdominal, nos ossos e nas articulações

A dor abdominal ocorre principalmente em crianças, enquanto a dor nos ossos e nas articulações costuma afetar todos os pacientes. Além de dor, a região afetada também pode ficar levemente inchada e avermelhada.

Como aliviar: Usar medicamentos como o Paracetamol e Dipirona para aliviar a dor e colocar compressas frias na região para ajudar a desinchar as articulações.

Fonte: tua saúde

Brasil e Colômbia criam espaço de combate ao Aedes aegypti

Os municípios de Tabatinga e Letícia, que estão localizados na região de fronteira entre Brasil e Colômbia, ganharam mais um reforço no combate ao Aedes aegypti, transmissor da dengue, chikungunya e zika vírus. O objetivo é uma ação conjunta para compartilhamento de informações epidemiológicas e estratégias de enfrentamento ao mosquito.
 
Batizada de Sala Binacional de Coordenação e Controle ao Aedes, a sala terá apoio técnico da Sala Nacional de Coordenação e Controle (SNCC) e contará com três representantes de cada cidade. A Secretaria de Saúde do município de Tabatinga, município brasileiro, cedeu o espaço físico e a Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM) doou os equipamentos como computadores, freezer e geladeira para estoque das amostras. Os encontros acontecerão em Tabatinga, sempre na última sexta-feira de cada mês.
 
O objetivo dos dois países é replicar ações de sucessos de combate ao mosquito, como, por exemplo, as Brigadas contra o Aedes. Nessas ações, equipes de vigilância em saúde treinam representantes da sociedade civil, estudantes, funcionários de empresas públicas e privadas, igrejas e associações comunitárias sobre o ciclo de vida do mosquito, especificidades dos criadouros da região e métodos de prevenção.
 
“Os que são treinados replicam o que aprendem em suas instituições ou comunidades, tornando-se assim multiplicadores de boas práticas”, cita Bernardino Albuquerque, coordenador da Sala Estadual do Amazonas.
 
Incentivo às salas
 
O incentivo à criação de unidades regionais e municipais tem sido uma meta perseguida pela Sala Nacional de Combate e Controle, criada no final do ano passado. Marta Damasco, coordenadora nacional da sala, afirma que o espaço de composição internacional reforçará as atividades já realizadas no lado brasileiro e ampliará a ação de combate. “Quanto mais pessoas envolvidas na luta contra o Aedes aegypti tivermos, mais completo e eficaz será o trabalho”, afirma.
 
O coordenador da Sala Estadual do Amazonas, Bernardino Albuquerque, reforça o quão imprescindível é a cooperação onde há circulação de pessoas das duas nacionalidades. “É impossível combater o vetor unilateralmente nesses dois locais onde há casas que possuem o quarto num país e a cozinha em outro. Temos de discutir ações integradas na região, e esse local bilateral possibilitará uma maior integração entre os gestores”, afirma.
 
Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Saúde

Cidade de São Paulo registra aumento de 568% em casos de caxumba

A cidade de São Paulo já registrou 274 casos de caxumba, nos quatro primeiros meses de 2016, segundo a Secretaria Municipal de Saúde. O número representa um aumento de 568% em relação ao mesmo período de 2015 – com 41 casos entre 1º de janeiro a 30 de abril.  Em todo ano de 2015, foram registrados 275 casos.

Os números, no entanto, podem ser maiores. De acordo com a diretriz do Ministério da Saúde, a caxumba não é doença de notificação compulsória para casos individuais. Somente surtos (quando há mais de dois casos relacionados no mesmo local) são notificados.

Assim, os casos de 2016 foram registrados em 39 surtos, sendo 15 deles em instituições escolares, com 80 ocorrências.

No estado de São Paulo, segundo a Secretaria de Estado da Saúde, foram notificados 152 casos relativos a surtos e nenhum óbito em 2016. Em 2015, foram 611 casos relativos a surtos e dois óbitos.

A Secretaria Municipal de Saúde disse, em nota, não existem causas bem estabelecidas para explicar o aumento de número de casos de caxumba e a ocorrência dos surtos.

Sobre a caxumba

 

A caxumba é uma doença provocada por um vírus da família paramyxovirus caracterizada principalmente pelo inchaço das glândulas que produzem saliva que ficam nas laterais do pescoço, abaixo da mandíbula.

A médica Isabella Ballalai, presidente da Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), em entrevista ao Bem Estar, no ano passado, explicou que a doença geralmente é benigna, mas pode haver complicações. Veja perguntas e respostas sobre a doença:

Quais são os sintomas da caxumba?

Os sintomas mais característicos são inchaço e dor nas laterais do pescoço, logo abaixo do maxilar. Isso porque o vírus da caxumba provoca inflamação nas glândulas responsáveis pela produção de saliva, que ficam na região. Essas glândulas são as parótidas, as submandibulares e as sublinguais.

As complicações são raras, segundo Isabella. Uma delas é a meningite viral, forma mais branda da infecção que atinge as membranas que envolvem o encéfalo. Outras são a orquite, inflamação dos testículos, e a ooforite, inflamação dos ovários. A caxumba também pode levar à surdez, embora os casos sejam muito raros.

Como prevenir?
A prevenção contra a caxumba é simples: tomar a vacina tríplice viral, que protege contra caxumba, sarampo e rubéola. A vacina deve ser tomada a partir de um ano de idade em duas doses, com intervalo de um mês entre elas.

No SUS, a tríplice viral está disponível gratuitamente para pessoas de até 49 anos de idade. Para crianças e adolescentes de até 19 anos, estão disponíveis as duas doses. Para pessoas entre 20 e 49 anos, o sistema público de saúde oferece apenas uma dose.

A Sociedade Brasileira de Imunizações (Sbim), no entanto, recomenda duas doses para pessoas de todas as idades. Quem já tomou as duas doses da vacina não precisa se imunizar de novo ao longo da vida. Quem teve a doença uma vez também está protegido.

Isabella observa que boa parte dos adolescentes e adultos não estão adequadamente protegidos contra a caxumba porque muitos não tomam a segunda dose da vacina. Além disso, o SUS só passou a oferecer a tríplice viral mais recentemente, a partir de 2002. “Na dúvida se tomou ou não tomou, a recomendação é tomar novamente. Só é possível ter certeza com o registro na carteirinha”, diz a médica.

Como ocorre a transmissão?

A transmissão da caxumba ocorre pelo ar, pelo contato com secreções respiratórias de pessoas infectadas.

Tem tratamento?

A caxumba não tem um remédio específico. O tratamento consiste em aliviar os sintomas de dor e mal estar e fazer repouso para que o próprio organismo combata o vírus.

Fonte: Bem Estar

Vacinação é muito importante para que doenças não voltem a circular

A vacinação é uma prática que teve seu início na China. Ao perceber que os sobreviventes de um ataque de varíola não voltavam a adoecer, muitos povos tentaram reproduzir e “produzir a doença de forma mais branda”.

Em 1796, Edward Jenner observou que um número expressivo de pessoas mostrava-se imune à varíola. Todas eram ordenhadoras e tinham se contaminado com cowpox, a varíola do gado, caracterizada por formação de pústulas, mas que não causava a morte dos animais. No mesmo ano, Samuel Hahnemann, genial pai da homeopatia, publicou sua pesquisa sobre os princípios dos medicamentos e cita em seus escritos os benefícios da vacina de Jenner.

Ninguém discute a importância de vacinar. Não temos saudades dos 400 mil óbitos ao ano por varíola na Europa. Meus avós ainda lembravam da Gripe Espanhola, que assolou metade da Europa, já enfraquecida pelo pós-guerra. Mas, entre os homeopatas existe uma divisão entre os favoráveis e contrários a vacinação. Entre os autores clássicos não há descrição contrária à vacinação.

As crianças por algum motivo não vacinadas (decisão dos pais, orientação do médico ou motivos religiosos), acabam tendo o que se chama de “imunidade de rebanho”. Vacinas colonizam a orofaringe e em um grupo, por exemplo, em uma escolinha, todos acabam sendo imunizados direta ou indiretamente, com os brinquedos que passam de mão em mão e em bocas, espirros, tosse. Com a imunização da maioria da população, as crianças não vacinadas tem o risco de seu adoecimento enormemente reduzido pelo alto grau de imunidade coletiva que diminui a circulação da doença.

Hoje, vacinas são purificadas e diminuiu-se em muito os efeitos colaterais. Os conceitos de vacinação hoje são muito claros. Mesmo em meu consultório como homeopata, a frequência de pacientes que não querem vacinar é muito reduzida, considero casos isolados e não me deixam muito a vontade.

O novo código de ética médica diz que a vontade do paciente é soberana, mas sempre questiono: “Você vai arriscar seu filho?”. E lá vai muita conversa! Acredito que experimentos e a diminuição de doenças demonstram os benefícios da vacinação, as condutas contrárias deveriam ser revistas.

Mas se a doença reduziu a circulação, por que eu preciso vacinar meu filho?

Em 2011 a Europa registra 30 000 casos de sarampo contra 1 300 nas Américas e 40 casos no Brasil. Que aconteceu na Europa? Em 1998 no Reino Unido, foi publicado um estudo que afirmava que o vacina tríplice viral (contra sarampo, caxumba erubéola) seria causadora de autismo. Tendo em vista a importância da afirmação, foram feitos diversos estudos em diferentes centros de pesquisa, e não foi confirmada esta teoria.

Posteriormente descobriu-se que o autor havia sido pago por firmas interessadas na controvérsia. Tanto que ele perdeu seu título de médico. Mas a repercussão da afirmação que a vacina produziria autismo foi tão intensa que a vacinação diminuiu muito e o sarampo retornou a ser uma doença circulante.

O Brasil inclusive solicitou junto a Organização Mundial de Saúde o certificado de erradicação do sarampo. Porém, em junho de 2014 teremos a Copa do Mundo e holandeses, ingleses, trarão na bagagem, além da alegria, o sarampo.

E as vacinas homeopáticas?

As vacinas homeopáticas foram utilizadas em surto de Dengue, com resultados muito positivos. São preparações obtidas a partir dos sintomas de cada epidemia. No surto de Dengue, os primeiros casos são analisados e anotados os principais sintomas. Os sintomas comuns à maioria dos pacientes resultam em um medicamento retirado do que chamamos de “Matéria Médica Homeopática”, onde esta contida a descrição dos efeitos de cada preparado. Então, em cada temporada muda-se o medicamento, pois ele é para cada doente e não para a doença, existe individualização. Relatos de pacientes mostram mais rapidez na cura, menos incomodo, menos dores e a prevenção da forma mais grave, que é a dengue hemorrágica.

Fonte: Minha Vida